
domingo, 16 de março de 2008

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

sábado, 24 de novembro de 2007
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007

I wonder if you ever will,
All the strange thing I wrote,
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
domingo, 16 de setembro de 2007
"Um dia a maioria de nós irá separar-se. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto se tornar cada vez mais raro. Vamo-nos perder no tempo...
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
- "Quem são aquelas pessoas?"
Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!
- "Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto... reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele ia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
E hoje encontro-me aqui... Por aí...
As voltas neste nosso mundo... Em que eu insisto em permanecer e lutar, aliás todos fazemos o mesmo...
Andámos nesta busca e nesta procura... mas procura de quê... eu tento saber o que procuro, mas será que toda a gente sabe... não andará a maior parte por ai a ser "parasita da sociedade"... sem metas, nem objectivos...
Perdidos neste mundo...
Mas este mundo somos nós. Nós as pessoas que o habitámos, o moldamos e transformamos consoante os nossos gostos, ou muitas vezes consoante aquilo que nos incutem... e ai tornamo-nos seres que não pensamos e que fazemos deste mundo, um mundo podre...
Sobre isto há muito assunto em que pensar...
Muitas diferenças entre "mentes grandes" e "mentes pequenas"...
Cada um faz a sua escolha...
AGAPI*
terça-feira, 21 de agosto de 2007
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
domingo, 5 de agosto de 2007
domingo, 29 de julho de 2007
sexta-feira, 27 de julho de 2007

Fazes coisas impensáveis que não consegues
explicar
Disparas contra a lua e dispensas o sol
Quando tu amas alguém
Negas a verdade e acreditas na mentira
Algumas vezes Acreditarás que até podes voar.
Começas um tempo de solidão
Quando tu amas alguém
Quando tu amas alguém
O sentirás no teu intimo
E nada pode mudar a tua crença
Quando queres alguém
Quando precisas de Alguém
Quando tu amas alguém
Quando tu amas alguém
Sacrificas-te - dás tudo o que tens
Não pensas duas vezes e arriscas tudo
Aconteça o que acontecer
Quando tu amas alguém
Disparas contra a lua e dispensas o sol
Quando tu amas alguém."
Hoje vem para aqui...
Agapi*
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Acordo com aqueles sentimentos que tu sabes e que respeitas, porque sentes o que te pertence e o que é teu!
Eu preciso dessa música... preciso de me embalar nos teus braços... onde tu "cantas" para mim...
Agora com a tua música e com o teu som, as "imagens" fazem sentido... Os bateres de portas deixam de fazer barulho e as janelas abrem-se com muita luz...
E agora que te oiço... mesmo sem ouvir... vamos mergulhar nesta água, por vezes gelada e por vezes quente... Fervilhante!!
Peço por "outro ti"... para que as músicas, num dia bem longínquo, toquem todas o mesmo som, e que as canções de embalar sejam próprias de cada um dos nossos...
AGAPI*
quarta-feira, 18 de julho de 2007
segunda-feira, 9 de julho de 2007

de como a cidade mudou...
Posso te falar do medo, do meu desejo...
do meu amor...
Posso falar da tarde que cai
E aos poucos deixa ver no céu a Lua
Que um dia eu te dei
Gosto de fechar os olhos
Fugir do tempo, de me perder
Posso até perder a hora
Mas sei que já passou das 6
Sei que não há no mundo
Quem possa te dizer
Que não é tua a Lua que eu te dei
Pra brilhar por onde você for
Me queira bem
Durma bem
Meu Amor
Posso falar da tarde que cai
E aos poucos deixa ver no céu a Lua
Que um dia eu te dei
Pra brilhar
Por onde você for
Me queira bem
Durma bem
Meu AMOOORRR
Durma bem
Me queira bem
Meu Amor
A lua que eu te dei...
sexta-feira, 6 de julho de 2007

Zahir, em árabe, quer dizer visível, presente, incapaz de passar despercebido. É algo ou alguém que, uma vez que o contactamos, acaba por ir ocupando a pouco o nosso pensamento, até não conseguirmos concentrarmo-nos em mais nada. Isso pode ser considerado santidade ou loucura."
in "O Zahir", de Paulo Coelho







