terça-feira, 21 de agosto de 2007
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
domingo, 5 de agosto de 2007
domingo, 29 de julho de 2007
sexta-feira, 27 de julho de 2007

Fazes coisas impensáveis que não consegues
explicar
Disparas contra a lua e dispensas o sol
Quando tu amas alguém
Negas a verdade e acreditas na mentira
Algumas vezes Acreditarás que até podes voar.
Começas um tempo de solidão
Quando tu amas alguém
Quando tu amas alguém
O sentirás no teu intimo
E nada pode mudar a tua crença
Quando queres alguém
Quando precisas de Alguém
Quando tu amas alguém
Quando tu amas alguém
Sacrificas-te - dás tudo o que tens
Não pensas duas vezes e arriscas tudo
Aconteça o que acontecer
Quando tu amas alguém
Disparas contra a lua e dispensas o sol
Quando tu amas alguém."
Hoje vem para aqui...
Agapi*
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Acordo com aqueles sentimentos que tu sabes e que respeitas, porque sentes o que te pertence e o que é teu!
Eu preciso dessa música... preciso de me embalar nos teus braços... onde tu "cantas" para mim...
Agora com a tua música e com o teu som, as "imagens" fazem sentido... Os bateres de portas deixam de fazer barulho e as janelas abrem-se com muita luz...
E agora que te oiço... mesmo sem ouvir... vamos mergulhar nesta água, por vezes gelada e por vezes quente... Fervilhante!!
Peço por "outro ti"... para que as músicas, num dia bem longínquo, toquem todas o mesmo som, e que as canções de embalar sejam próprias de cada um dos nossos...
AGAPI*
quarta-feira, 18 de julho de 2007
segunda-feira, 9 de julho de 2007

de como a cidade mudou...
Posso te falar do medo, do meu desejo...
do meu amor...
Posso falar da tarde que cai
E aos poucos deixa ver no céu a Lua
Que um dia eu te dei
Gosto de fechar os olhos
Fugir do tempo, de me perder
Posso até perder a hora
Mas sei que já passou das 6
Sei que não há no mundo
Quem possa te dizer
Que não é tua a Lua que eu te dei
Pra brilhar por onde você for
Me queira bem
Durma bem
Meu Amor
Posso falar da tarde que cai
E aos poucos deixa ver no céu a Lua
Que um dia eu te dei
Pra brilhar
Por onde você for
Me queira bem
Durma bem
Meu AMOOORRR
Durma bem
Me queira bem
Meu Amor
A lua que eu te dei...
sexta-feira, 6 de julho de 2007

Zahir, em árabe, quer dizer visível, presente, incapaz de passar despercebido. É algo ou alguém que, uma vez que o contactamos, acaba por ir ocupando a pouco o nosso pensamento, até não conseguirmos concentrarmo-nos em mais nada. Isso pode ser considerado santidade ou loucura."
in "O Zahir", de Paulo Coelho
terça-feira, 26 de junho de 2007
quinta-feira, 21 de junho de 2007
domingo, 17 de junho de 2007

Porque tudo tem um principio, um meio e um fim...
Fica aqui uma simples homenagem a uma recordação...
"Sei de cor cada lugar teu
atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar
Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar
Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só
Eu Vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar"
Agapi*

Quando muitas vezes nos esquecemos, e achamos que nada faz sentido, que o mundo está virado do avesso, TU estás lá... vens com uma "coisinha", depois com outra!
Sempre a ajudar e a mostrar o caminho certo!!
OS momentos, e os sinais que nos indicas são de facto "maravilhosos"...
Desde o acordar... ao deitar que se abrirmos o coração sentimos a magia a tomar conta de nós...
Na realidade tudo acontece por uma causa... o mais importante é mesmo não perder o rumo...
"Esta é só uma noite para partilhar
Qualquer coisa que ainda podemos guardar cá dentro
Um lugar a salvo
Parou de correr
Quando nada bate certo
E se fica a céu aberto
Sem saber o que fazer"
Mafalda veiga
Agapi*
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
SER POETA
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
Uma homenagem a este nosso mundo cheio de poetas... e de poesia! Por todo o lado há poesia, só temos de a descobrir...
À poesia que todos nós fazemos no dia a dia... é importante fazer das nossas profissões, ocupações, trabalhos uma poesia!! Encarar a vida com gosto mesmo quando tudo parece virado do avesso!!
Agapi*
sábado, 2 de junho de 2007
Isto é mesmo um texto que eu retirei do Hi5 duma amiga... Que segundo ela tirou duma revista... Achei interessante... e decidi publicá-lo!!! "Porque te afastas de mim e me ignoras Como se não existisse? não há no meu amor nada que te possa ofender. É algo que me domina e obriga. É mais forte do que eu... Vivo numa completa mentira, não amo quem digo amar Estou a seu lado como forma de o esquecer Luto por lhe ser fiel, Mas o meu coração e o meu pensamento atraiçoam-me. Eles não admitem nenhuma ditadura, Quando amam, amam, É inútil proibi-los... Amo-te, e tu amas-me! E nos os dois sabemo-lo... Por isso foges de mim, Por medo de enfrentar a verdade não adianta fugirmos deste amor... Voltaremos a ver-nos. Mesmo que haja outras pessoas, Os nossos olhos prender-se-ao." Agapi* |
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Loucos de Lisboa
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava a bica
Ao melhor dos seus ouvintes
As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Num gesto que podia ser de amor sorria
E ao partir agradecia
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto entrava
Como artista principal
Compramos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écrã
O rosto maltratado era a razão de ele
Não aparecer pela manhã
Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixamos de tributo a quem lá
Pára um louco
A fazer-lhe companhia
E sempre a mesma voz o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado la continua a cravar beijinhos
Às meninas que passeiam.
Contigo muito aprendi, muito chorei, muito ri... dás-me as tuas gotas desse grande rio que me confortam, dás me todos os dias uma surpresa nova, uma alegria... Uma vida!!!
O teu cheiro... As tuas pessoas... Tudo o que me deste, faz parte de mim...
Uma mensagem... "para lá do espelho"...
sábado, 26 de maio de 2007









