rome de Peter Pan: sabia que a minha idade da inocência já havia passado, mas recusava-me a aceitá-lo, preferindo manter perpetuamente a liberdae de reinventar-me, de ter todas as opções em aberto. Não queria que a minha vida entrasse num carreiro definitivo, num ponto sem retorno. Fora essa perpétua reinvenção do meu rumo que eu perseguira (...). Mas não sabia bem o que queria - ninguém verdadeiramente o sabe, pois a sensação de se saber o que se quer é um estado de espírito tão efémero e frágil como qualquer outro - não sabia se havia de recusar-me a crescer (...), ou se devia aprender a fazê-lo vivendo pacificamente com a ideia."quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
rome de Peter Pan: sabia que a minha idade da inocência já havia passado, mas recusava-me a aceitá-lo, preferindo manter perpetuamente a liberdae de reinventar-me, de ter todas as opções em aberto. Não queria que a minha vida entrasse num carreiro definitivo, num ponto sem retorno. Fora essa perpétua reinvenção do meu rumo que eu perseguira (...). Mas não sabia bem o que queria - ninguém verdadeiramente o sabe, pois a sensação de se saber o que se quer é um estado de espírito tão efémero e frágil como qualquer outro - não sabia se havia de recusar-me a crescer (...), ou se devia aprender a fazê-lo vivendo pacificamente com a ideia."quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
É sem sombra de dúvida um bom filme, daqueles em que estámos ali à espera do final, porque não fazemos ideia como vai ser...
É também um daqueles filmes que nos mostra uma realidade um pouco distante de nós, mas mesmo assim um assunto importante do nosso quotidiano.
Mas o que mais me fascinou foi realmente as imagens de África...
É um bom filme, daqueles que nos deixa a pensar...
Agapi*
Pablo Picasso – GUITARRA, 1913Se cada um de nós tem o sem mundo e a sua própria realidade, existem assim milhões de mundos e milhões de realidades...
Talvez sejam essas diferenças que por vezes não nos deixem entender ou perceber as visões de quem nos rodeia... e por isso mesmo, tenhamos alturas em que nos sentimos completamente "não entendidos"...
É interessante ver as diferentes maneiras que cada um de nós expressa a sua realidade, a sua visão sobre as coisas... pintura, escultura... arquitectura... Arte! musica, cinema, teatro...
Há até quem decida mostrar o seu próprio mundo através de outras pessoas.
Acho que é importante que tenhamos essa noção... que somos diferentes, e que em cada ser existe um ser diferente... com um mundo diferente, com uma vida diferente, com vivências diferentes...
Se em vez de sermos egoístas, ou mesmo mesquinhos canalizássemos as nossas forças para transmitir a nossa própria realidade e entender a dos outros, talvez o mundo fosse um pouco melhor...
Hoje em dia isso não acontece, ha uma grande parte de pessoas que fica feliz com o sofrimento dos outros, ou que usa isso para sobressair em alguma coisas. Há mesmo quem não fique contente com a felicidade que os outros podem obter...
Vivemos num mundo sujo de pensamentos, um mundo onde os princípios e valores de referência deixaram de ter importância...
Não era bem melhor se fizéssemos como Picasso e mostrássemos uma nova realidade através de uma bela forma de arte como a pintura?!!!
AGAPI*
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Há dias desses ... dias m que o sentido deixa de ser uma palavra, deixa sequer de existir.
E depois, olhamos à nossa volta e vemos que não nos falta nada ... que temos tudo para lutar por mais, se não fosse essa angústia tremeluzente dentro do nosso peito que nos transforma em estátuas.
Também eu, tal como muita gente tenho tudo ... tenho uma família que me segura a mão quando tudo está mal, tenho um curso a chegar à recta final, porque lutei para isso ao longo de anos e anos, teho bons amigos ... muito poucos, porque é essa a lei da vida "poucos mas bons", sempre foi o que me disseram, e por fim, mas não por último, tenho um namorado que reune tudo o que enumerei até agora e mais ...
E após tudo isto ... questiono que dias são estes que a angústia comanda tudo dentro de mim, em que quero lutar e dou por mim a ficar quieta e a murchar como uma flor que caminha para a morte ...
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
Começar num ponto e fazer uma história.
Mas não consigo e entro em contradição, não é suposto a escrita reorganizar o pensamento? Fico com a sensação que não sei nada, porque simplesmente não consigo começar, não sei por onde começar, não sei o que é começar...
E quando começar vai ser tarde demais... como é costume.
E estas palavras que aqui escrevo são o resultado disso, da procura feita para começar algo...
Agapi*
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
O amor é uma companhia
O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.
Alberto Caeiro
AGAPI*
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
terça-feira, 28 de novembro de 2006
Garanto que nunca uma pergunta me fez pensar tanto e responder tão depressa ao mesmo tempo… Assim, prontifico-me a responder a todos os interessados no assunto, de certo que quem me conhece sabe que estou no último ano de arquitectura, a completar a licenciatura e o mestrado… pois bem, devo dizer que é dos cursos mais trapaceiros que já vi na vida, em que a cada momento as pessoas, numa simples aula, encontram-se a olhar umas para as outras, questionando-se até que ponto é que a pessoa do lado lhes tirará o lugar no futuro…
Parece ridículo até aqui? … só tenho a dizer que sim…que é extremamente ridículo, principalmente viver neste meio no dia a dia.
Quero anunciar também, às pessoas que ainda não sabem, que não compito por qualquer lugar no mundo da arquitectura, no mínimo talvez competiria pelo último e nunca pelo primeiro pelas desagradáveis presenças que encontraria sistematicamente…Como tal, prefiro dizer de um modo simples e geral, que matem-se como quiserem ou quem quiserem, sejam mais baixos que o adjectivo baixo permite, mas por favor, deixem em paz quem apenas quer terminar um curso de modo digno… Não me parece que seja pedir muito …
Assim, respondo a quem me pergunta: “Como é o último ano de curso?”
Uma verdadeira batalha… uma merda onde cada um se revela da pior maneira possível e imaginária, de modo a passar à frente do parceiro do lado…
A quem está a começar, só digo: munam-se das armas mais resistentes que tenham ou conheçam, porque a questão não está em fazer 1 maqueta exemplar, mas sim em sobreviver no meio de pessoas tão vis… e não se enganem… ninguém é vosso amigo neste curso, apenas a almofada que vos vê de tempos em tempos…
sábado, 25 de novembro de 2006
quando as pessoas e os animais viviam ambos na terra,
uma pessoa podia tornar-se num animal se quisesse e um animal
podia tornar-se num ser humano.
Por vezes eram pessoas
e por vezes animais
e não havia diferença.
Todos falavam a mesma lingua.
Era o tempo em que as palavras eram mágicas.
A mente humana tinha poderes misteriosos.
Uma palavra dita ao acaso
podia ter estranhas consequências.
Ganhava subitamente vida
E o que as pessoas queriam que acontecesse podia acontecer-
só era preciso dizê-lo.
Ninguém conseguia explicar isto:
Era assim. "
in O Décimo Círculo de Jodi Picoult
«Palavras Mágicas», traduzido
do inuit por Edward Field
25 de Novembro de 2006
Papillio
domingo, 19 de novembro de 2006
sábado, 18 de novembro de 2006
terça-feira, 7 de novembro de 2006
domingo, 5 de novembro de 2006
What did you say?
Did you walk or did you run away?
Where are you now?
Where have you been?
Did you go alone or did you bring a friend?
I need to know this, cause I noticed, you're smiling
Out in the sun, having fun and feeling free
And I can tell you know how hard this life can be
But you keep on smiling for me
What went right?
What went wrong?
Was it the story or was it the song?
Was it overnight or did it take you long?
Was knowing your weakness what made you strong?
Or all the above, oh how I love to see you smiling
And oh yeah, take a little pain just in case
You need something warm to embrace
To help you put on a smiling face
Don't you go off into the new day with any doubt
Here's a summary of something that you could smile about
Say for instance my girlfriend, she bugs me all the time
But the irony of it all is that she loves me all the time
I want to be you whenever I see you smiling
Because its easily one of the hardest things to do
Your worries and fears become your friends
And they end up smiling at you
Put on a smiling face....
AGAPI
domingo, 29 de outubro de 2006
Levei-te comigo
a porta estava entreaberta
saltamos para o grande palco
nao fixamos o olhar,
mostrei-te todas as minhas danças.
Desculpa... se sorrir sorris
se chorar choras...
hoje as lagrimas fluiram.
Não acendas a luz
o meu sonho iluminanos,
nao deixes entrar ninguem
somos suficientes para aplaudir.
Ouves bem os ecos...
vês as minhas gargalhadas...
aparas o meu desabafo...
Sentes-te insuficiente mas foste grande,
os olhos nao mentem...
tens sono... ja tinha reparado,
vais embora... eu fico,
vou fazer mais uns recortes
cavalos de varias cores
toiros de varios efeitos
vou deitar-me e adormecer...
Obrigado...
Hoje a praça é minha!
LUIS ILACO
Post by AGAPI*
quinta-feira, 26 de outubro de 2006

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Como é que sabemos onde começa e termina algo na vida?
Uma localidade é sinalizada com uma tabuleta que diz o seu nome precisamente onde esta começa, e a mesma tabuleta, desta vez com um traço vermelho bem vincado aparece a sinalizar o fim.
Um filme é introduzido pelo nome no início e a própria palavra fim quando termina.
Uma música começa com um som ligeiro e termina do mesmo modo, até nós próprios sentirmos que acabou.
Agora pergunto… como é que sei quando é que termina um sentimento?
Como é que sei o que é o fim?
sexta-feira, 20 de outubro de 2006
quinta-feira, 19 de outubro de 2006

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Ouve-se o mar...
Agora, que a chuva cai, devagar
La fora, e a noite vem devorar
O sol, e tudo fica em silencio
Na rua, e ao fundo, ouve-se o mar.
Ouve-se o mar.
Agora, talvez te possas perder
Devora, o que a saudade te der
A vida leva pra longe pedacos
O tempo, deixa o sabor de um regaço.
E ao fundo, ouve-se o mar.
Ouve-se o mar.
Agora, que a agua inunda os teus olhos
E o mundo, ja nao te deixa parar
No escuro, voltam as histrias perdidas
Na alma onde nao podes tocar.
E ao fundo, ouve-se o mar.
Ouve-se o mar.
Mafalda Veiga
domingo, 15 de outubro de 2006
sábado, 14 de outubro de 2006

Sento-me a olhar para trás... Passa um dia, passam dois dias, passam três e tudo se revolta...
Tentamos uma, duas, três vezes... e mantém-se na mesma...
Fazemos planos, apesar de não os querermos fazer, somos assim, acreditamos, queremos...
No fundo temos medo, mas arriscamos... Sentimo-nos incompreendidos, sentimos que falta qualquer coisa, falta aquilo que sempre faltou...
Mas continuamos a acreditar que a vida nos sorri.
Acredito num mundo perfeito, num mundo cor-de-rosa... num mundo que gira à nossa volta...
AGAPI*
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
quinta-feira, 5 de outubro de 2006

domingo, 1 de outubro de 2006
by Carl Von Clausewitz
Quem fala em guerras, fala em tudo o mais ... fazer por fazer ñ deveria ser um lema ... pensar no que se faz, no que se diz, nas finalidades das coisas, ñ pode tornar tudo mais simples ... ???
1 Outubro 2006
Papillio
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
quarta-feira, 27 de setembro de 2006

As transformações que ambos sofremos são de facto notórias...
Sim tenho medo de te deixar voar, de deixar ir aquilo porque todos estes anos lutei... custa-me...
Quero te-te por perto, a proteger-me, eu a cuidar de ti...
(...)
Sei que te amo... e não consigo evitar ou esconder, queria gritar a todo o mundo que te amo... que só quero ser feliz ao teu lado...
(...)
E se (...), todo este tempo iria deixar de fazer sentido...
Contigo...
Sem ti...
(...)
AGAPI*
quinta-feira, 21 de setembro de 2006

Não és a única pessoa à face da Terra...
Há por aí várias pessoas puras, perdidas no mundo, e eu não descansarei enquanto não encontrar pelo menos uma dessas pessoas. Será com esta convicção que viverei a minha vida. Tu??? Apenas és mais uma pessoa que vagueia por aí, e talvez pertenças ao grupo de pessoas, que nunca deveriam ser encontradas, que deveriam vaguear até a sua hora chegar calmamente. Interrompi-te ... mas agora devolvo-te ao mundo ... continua a vaguear, nasces-te apenas para isso e nada mais ...
Eu? Eu irei à procura da pessoa pura, que está por aí algures e que sei que irei encontrar!!!
8 de Maio de 2005
Se me perguntarem o porquê deste texto agora, transcrito aqui ... talvez ñ consiga proferir a resposta correcta ... sei apenas dizer q o li hj, que li e reli várias vezes e para minha felicidade vi que tinha razão ao escrevê-lo ... denota-se perfeitamente que foi escrito com raiva no momento, o que me faz pensar se a raiva ñ serão apenas raios de lucidez no meio das trevas....
Acho que com tudo isto quero dizer, a parvoice que todas as pessoas nos dizem quando estamos mal ... que é 1 fase, que melhores dias virão, que há sempre 1 pequena luzinha ao fundo do túnel ... um túnel estreito, confesso, quase imperceptível, que muitas vezes achei que ñ existia, qt mais a luz ... mas sabem q +? Existiu ... agarrem-se ao que puderem, ñ! Agarrem-se antes ao que conseguirem ... porque vale a pena ... um dia, o sol volta a brilhar para vocês ... tal como brilhou para mim ...
Obrigado Anjinho ...
21 Setembro 2006
Papillio
quinta-feira, 14 de setembro de 2006
domingo, 10 de setembro de 2006
E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o princípe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.
Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos.
E eu não tenho necessidade de ti.
E tu não tens necessidade de mim.
Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo...
Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música.
E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!
Os homens esqueceram a verdade, disse a raposa.
Mas tu não a deves esquecer.
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"

AGAPI*
sexta-feira, 8 de setembro de 2006
(depois do nosso, claro está) apresento aqui O Blog, aquele que ninguem pode perder... muito educativo, e com tudo explicado sobre o assunto em questão...
Tcham, tcham, tcham:
A MINE
http://confrariamine.blogspot.com
AGAPI*
quarta-feira, 6 de setembro de 2006
sexta-feira, 1 de setembro de 2006

http://www.quizmeme.com/color/quiz.php
1 Setembro 2006
Papillio
quinta-feira, 31 de agosto de 2006

| Glamourosa, rainha do funk Poderosa, olhar de diamante Nos envolve, nos facina, agita o salão Balança gostoso, requebrando até o chão Se quiser falar de amor, fale com o Marcinho Vou te lambuzar, te encher de carinho Em matéria de amor todos me conhecem bem Vou fazer tu vibrar no meu estilo vai-e-vêm Minha gatita doida vou te dar beijo na boca, Beijar teu corpo inteiro, te deixar muito louca Vêm, vêm dançar, impine o seu popozão Remexe gostoso e vai descendo até o chão Glamourosa, rainha do funk Poderosa, olhar de diamante Nos envolve, nos facina, agita o salão Balança gostoso requebrando até o chão Pretinha, moreninha, russa e loirinha Me deixa doidinho quando dança a tremidinha O funk do meu Rio se espalhou pelo Brasil Até quem não gostava quando ouviu não resistiu Mulheres saradas, lindas, deslumbrantes Corpo de sereia, olhar bem excitante Se tu não curte o funk pode vê tá de bobeira Bote uma beca esperta e se junte a massa funkeira Glamourosa, rainha do funk Poderosa, olhar de diamante Nos envolve, nos facina, agita o salão Balança gostoso requebrando até o chão... | ||
| | ||
AGAPI**
quarta-feira, 30 de agosto de 2006

terça-feira, 22 de agosto de 2006

Distância … como posso eu medi-la? Em metros, quilómetros, simples passos …?
Ou será tudo uma questão de sentimentos que nos fazem sentir falta de algo ou alguém, quer seja perto ou longe?
Queria encontrar as palavras certas para te contar o que sinto, mas de novo surge uma interrogação: existem palavras certas?
Sei simplesmente dizer que sinto a tua falta, que estás distante sim, mas que apenas penso nisso numa questão de quilómetros…a distância talvez se meça da forma que nós próprios a sentimentos, eu sinto que ela vai diminuir … espero por ti …
22 Agosto 2006
Papillio
domingo, 13 de agosto de 2006

Amar!
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei-se ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
Poema de Florbela Espanca
Gravura de Artur Bual, para Florbela Espanca - 1996
AGAPI*
sexta-feira, 11 de agosto de 2006
Hoje apetece-me correr... apeteceu-me escrever...
Vou contar-te uma história que só eu sei... que só eu vivi, e por mais k me digam que não... ninguem vai conseguir contar a minha história como só eu vou contar...
é uma história de uma procura... de uma busca incansável... de sonhos e desejos realizados, de sonhos e desejos destroçados... mas é uma história.... uma história com principio, meio e fim...
Agora escuta.... abre o teu coração para me ouvires, para a minha história passar para dentro de ti...
.......
Gostaste?!! sentiste a minha história.. é real... nada é inventado...

AGAPI*
quarta-feira, 9 de agosto de 2006

Amizade - do Lat. *amicitate
s. f., afeição; amor; boas relações; laço cordial entre duas ou mais entidades; dedicação; benevolência.
Confiança - do Lat. confidentia
s. f., segurança e bom conceito que se faz de alguém; convicção do próprio valor; firmeza de ânimo; crédito; intimidade, familiaridade.
Desilusão
s. f., perda de ilusão; desengano; decepção.
Tristeza - do Lat. tristitia
s. f., qualidade ou estado de triste; consternação; dó; aspecto que revela mágoa ou aflição; melancolia; angústia.
Como se conjuga estas palavras?
9 Agosto 2006
Papillio
sexta-feira, 4 de agosto de 2006
http://www.arcadetown.com/relationshiprevenge/game.asp
4 Agosto 2006
Papillio
segunda-feira, 31 de julho de 2006
Agora que por um acaso do destino, nos vamos separar, agora que por meras coincidências cada um vai seguir o seu rumo...
Escrevo te aqui como uma despedida, não sei se algum dia vais ler, mas quis deixar aqui publicado...
Sinto-me bem, vou “dar uma volta” apanhar ar... procurar a minha felicidade...
Ando na fase da procura e da descoberta...tu também...
Quero ser feliz, e quero que tu também o sejas... digo isto de verdade, do fundo do meu coração...
E com uma pequena carta hoje me despeço...

AGAPI*
PS: Sei de cor cada lugar teu....
domingo, 30 de julho de 2006

" A dor não era raiva, era mágoa. Uma mágoa com dedos que por vezes lhe comprimiam a alma, criando uma dor que se espalhava do peito para os ombros, os joelhos, os pés. Outras vezes, a mágoa era um oceano, amplo, profundo e vasto, e ele um nadador solitário, a afogar-se, sem esperança de chegar a terra."
in Mil Amanhãs, de Karen Kingsbury
Não consigo racionalizar o que sinto, talvez seja mais prático pegar em citações e dizer que se enquadram perfeitamente ... será a magoa que me acompanha? Não sei responder ao certo a isso, sei que me identifico com várias passagens desta citação, ao lê-la, penso em ti e questiono em que errei tanto para tal distanciamento, distanciamento esse, que me faz sentir tal como o nadador solitário que perde a esperança de chegar a terra ... porque essa esperança residia na tua ajuda, na tua companhia, mas acima de tudo, apenas na tua presença...
Gostava que um dia lesses isto, talvez percebesses um pouco da importância que te dou, talvez também tu mergulhasses nesse mesmo oceano em que me encontro ... desculpa ... não sei o quê, porque não sei o que fiz, mas sei o que representas para mim e choro por não representar o mesmo para ti ...
Para ti ... mil amanhãs ....
30 de Julho de 2006
Papillio
sábado, 29 de julho de 2006

Tudo na vida acaba por ser uma questão de tempo ...
... tempo ... sonho ... real/irreal ... esperar ... romance ...
(im)possivel ... vida ...
Um filme encantador para quem gosta de cada uma destas palavras, mas acima de tudo, para quem as consegue sentir dia após dia ... ;)
http://thelakehousemovie.warnerbros.com/
28 de Julho de 2007
Papillio
terça-feira, 25 de julho de 2006
terça-feira, 18 de julho de 2006
http://www.purescore.com
;)
18 Julho 2006
Papillio
segunda-feira, 17 de julho de 2006
Sem dúvida alguma uma grande verdade, no fundo todos nos achamos perfeitos várias vezes ao dia, mesmo que por vezes apareçam uns laivos de realidade que nos diz que ninguem é perfeito e que todos temos defeitoS!
Pois, mas o interessante foi ouvir esta frase numa das belas novelas TVI!!! e vem realmente numa altura certa! esclarecer muita coisa... surgiu assim como quem não quer a coisa e pimbas: AH!!!! isso mm!!!
Quis aqui partilhar está bela frase e pode ser que faça alguém reflectir... ou não...

AGAPI*
terça-feira, 11 de julho de 2006
Tempo … tudo se resume a esta palavra, que ganha vida nas mãos de cada um, o teu tempo foi talvez breve… sinto a tua falta e acho que por + que faça nesse dia, nada será suficiente para te mostrar tudo isso… a palavra parabéns poderá ñ ser suficiente, as flores serão talvez um símbolo do dia que é e da tua ausência …
Queria que estivesses aqui, aí dar-te-ia os parabéns, com um sorriso nos lábios por mais um ano passado… assim, dar-te-ei os parabéns pelo quê? … sinto a tua falta, agora e sempre …
11 Julho 2006
Papillio












